BRASILIA, 30 Abr. 10 / 06:44 pm (ACI).- Em nota de imprensa divulgada pelo Movimento Defesa da Vida, os palestrantes que participaram do 3º Encontro de Legisladores e Governantes pela Vida, realizado nesta quarta-feira na Câmara de Deputados em Brasília, afirmaram que o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) deve ter todas as suas iniciativas rejeitadas pelo Congresso, pois traz como diretrizes a descriminalização do aborto e o tratamento desse tema como uma questão de saúde pública. Para eles, o fato de o plano afrontar o direito à vida já compromete o documento integralmente.
“Essa matéria tem de ser devolvida, considerada prejudicada, porque viola o direito à vida, uma cláusula pétrea da nossa Constituição. A proposta está toda manchada em sangue na sua concepção mais elementar”, afirmou o deputado Paes de Lira (PTC-SP).
O vereador carioca Márcio Pacheco (PSC), que preside a Frente Parlamentar em Defesa da Vida da Câmara Municipal do Rio de Janeiro qualificou o PNDH-3 como “como uma fruta de que se aproveita pequenos pedaços, mas que está com a essência podre. Uma simples letra macula todo o plano, por menosprezar o direito à vida”. O fato de que o ministro da Secretaria dos Direitos Humanos, Paulo Vannucchi, tenha afirmado na semana passada que o governo vai alterar pontos relacionados ao aborto no PNDH não diminuiu o tom das críticas do grupo contrário ao aborto.
Para o deputado Paes de Lira, o recuo do ministro não basta. Ele defende que o plano seja todo reavaliado integralmente: “Enquanto continuar com esses propósitos, não será um plano de direitos humanos, mas um documento que atenta contra esses direitos”, afirmou.
Já o deputado Miguel Martini (PHS-MG) afirmou ser contrário ao programa do governo pelo fato de se referir a um modelo social do qual discorda. “O projeto de sociedade claro no PNDH é de uma sociedade ateia, com aborto, com legalização de prostituição, com casamento gay e adoção por gays, sem direito à propriedade e com a mídia controlada. Se nós vamos deixar isso é outra história. Cabe a nós dizer não: não ao aborto, não ao casamento gay, sim à família e sim à vida”, defendeu o deputado.
Acordo internacional
O promotor de Justiça do estado de São Paulo Thiago Cintra Essado lembrou que o Basil aderiu ao Pacto de São José da Costa Rica, acordo internacional que tem como norma a garantia do direito à vida desde a sua concepção.
Esse acordo, disse, tem força de lei no Brasil por interpretação do Judiciário. Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu a prisão civil do depositário infiel porque essa determinação afronta o Pacto de São José. Assim, não é apenas o Código Penal que criminaliza o aborto, argumentou o promotor. “Dentro desse panorama jurídico, o STF deve reconhecer também a defesa da vida desde a concepção”, disse o promotor.
Lei contra abandono de mulheres
Em alusão à Lei Maria da Penha, que coíbe a violência doméstica contra a mulher, o subprocurador-geral da República Cláudio Fonteles sugeriu a criação de uma “Lei Maria do Abandono”, que ampare as mulheres que não querem abortar, mas o fazem por pressão familiar ou pela situação de abandono em que vivem. “Ouvi de mulheres pró-aborto que nenhuma mulher quer abortar, mas acaba fazendo isso por pressão ou por uma situação de abandono completo. O governo tem de dar um passo adiante para defender as mulheres contra o abandono, com centros de atendimento integral e abrigos”, defendeu Fonteles.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Vamos abrir os olhos
Pregador é preso por dizer que homossexualidade é pecado
Dale McAlpine foi acusado de causar "alarme, intimidação e angústia" depois que um policial comunitário ouviu o pastor batista mencionar vários "pecados" citados na Bíblia, inclusive blasfêmia, embriaguez e relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo, de acordo com o jornal britânico The Daily Telegraph.
Dale McAlpine, 42 anos, prega nas ruas de Wokington, na região de Cumbria, no noroeste da Inglaterra há anos, e disse que não mencionou homossexualismo quando fazia o sermão do alto de uma pequena escada, mas admitiu ter dito a uma pessoa que passava que acreditava que a prática era contrária aos ensinamentos de Deus.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, o policial Sam Adams identificou-se como o agente de ligação entre a polícia e a comunidade gay e transsexual e avisou o pregador, que distribuía folhetos e conversava com as pessoas nas ruas, que ele estava violando a lei. Mas ele continuou pregando e foi levado para a prisão, onde permaneceu por sete horas.
O pregador disse que o incidente foi "humilhante", segundo o Daily Telegraph. "Eu me sinto profundamente chocado e humilhado por ter sido preso em minha própria cidade e tratado como um criminoso comum na frente de pessoas que eu conheço."
"Minha liberdade foi tolhida por rumores vindos de alguém que não gostou do que eu disse, e fui acusado usando-se uma lei que não se aplica", afirmou Dale.
O processo contra McAlpine por supostas declarações públicas contra gays ocorre semanas depois que um juiz britânico disse que não há proteção especial na lei para crenças cristãs.
O juiz decidiu favoravelmente a uma organização que demitiu um terapeuta de casais por se recusar a atender casais gays alegando que isso seria contra seus princípios cristãos.
Dale McAlpine foi acusado de causar "alarme, intimidação e angústia" depois que um policial comunitário ouviu o pastor batista mencionar vários "pecados" citados na Bíblia, inclusive blasfêmia, embriaguez e relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo, de acordo com o jornal britânico The Daily Telegraph.
Dale McAlpine, 42 anos, prega nas ruas de Wokington, na região de Cumbria, no noroeste da Inglaterra há anos, e disse que não mencionou homossexualismo quando fazia o sermão do alto de uma pequena escada, mas admitiu ter dito a uma pessoa que passava que acreditava que a prática era contrária aos ensinamentos de Deus.
Segundo o jornal britânico Daily Mail, o policial Sam Adams identificou-se como o agente de ligação entre a polícia e a comunidade gay e transsexual e avisou o pregador, que distribuía folhetos e conversava com as pessoas nas ruas, que ele estava violando a lei. Mas ele continuou pregando e foi levado para a prisão, onde permaneceu por sete horas.
O pregador disse que o incidente foi "humilhante", segundo o Daily Telegraph. "Eu me sinto profundamente chocado e humilhado por ter sido preso em minha própria cidade e tratado como um criminoso comum na frente de pessoas que eu conheço."
"Minha liberdade foi tolhida por rumores vindos de alguém que não gostou do que eu disse, e fui acusado usando-se uma lei que não se aplica", afirmou Dale.
O processo contra McAlpine por supostas declarações públicas contra gays ocorre semanas depois que um juiz britânico disse que não há proteção especial na lei para crenças cristãs.
O juiz decidiu favoravelmente a uma organização que demitiu um terapeuta de casais por se recusar a atender casais gays alegando que isso seria contra seus princípios cristãos.
sábado, 24 de abril de 2010
Encontro de pais e filhos
Acontece neste domingo dia 25/04/2010 A partir das 08:00 horas, o Encontro de pais e filhos na Igreja São João Batista-Centro catequético no bairro da Ponte São João. Será uma oportunidade de aprendermos como abordar assuntos difíceis com seus filhos
Drogas:
Luciana Chiabai ( enfermeira, especialista em dependência Química)
- Enfermagem Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP
- Pós-graduação Lato Sensu – Especialização em Dependência Química – UNIFESP/UNIAD
- larga experiência em Enfermagem em Dependência Química e Saúde Mental, Terapia biopsicossocial com enfoque em entrevista Motivacional e Treinamento de Habilidades
Sexualidade:
Andrea Regina de Campos Marques ( psicoterapeuta)
- Psicologia clínica
- Pós graduação Lato Sensu em Psicologia Hospitalar UNISA.
- Curso de Educação sexual e sexualidade humana.
- Curso de Drogas –COMEJ
- Experiencia no acompanhamento psicológico de dependentes químicos e orientação aos familiares.
A Espiritualidade como fator protetor na família:
Carla Maria Montalto ( terapeuta familiar, especialista em dependência Química)
- Pós-graduação Lato Sensu – Especialização em Dependência Química – UNIFESP/UNIAD
- Pós-graduação Lato Sensu – Especialização em Terapia Familiar Sistêmica Breve – Escola Vínculo Vida
- Formação em Mediação Profissional de Conflitos – Instituto Familiae.
- Aperfeiçoamento em Dependência Química – GREA- USP
- Curso Intensivo de Comunicação Não Violenta – Programa Internacional Método de Marshall Rosenberg
- Diretora Técnica da Conciliare e Mediadora de conflitos da Câmara Nacional de Mediação e Arbitragem
- Presidente do Instituto Alerta
- Coordenadora dos cursos da Pastoral da Sobriedade para o Estado de São Paulo
Nossas palestras tem cunho científico e os dados estão sempre baseados em informações técnicas atualizadas. Os palestrantes são profissionais da área.
Adequamos a temática e a linguagem, ao público alvo e aos problemas vivenciados pelo grupo em questão.A Palestra é ilustrada com recursos áudio-visuais que facilitam a assimilação do conteúdo.
Propomos sempre a pró-atividade, abrindo a exposição para dúvidas, perguntas e respostas.
Teremos também a presença de profissionais da Guarda Municipal de Jundiaí que trará para as nossas crianças, uma abordagem sobre a cidadania.
Sua presença será muito importante.
Lanche comunitário
Encerramento às 15:00 horas
Drogas:
Luciana Chiabai ( enfermeira, especialista em dependência Química)
- Enfermagem Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP
- Pós-graduação Lato Sensu – Especialização em Dependência Química – UNIFESP/UNIAD
- larga experiência em Enfermagem em Dependência Química e Saúde Mental, Terapia biopsicossocial com enfoque em entrevista Motivacional e Treinamento de Habilidades
Sexualidade:
Andrea Regina de Campos Marques ( psicoterapeuta)
- Psicologia clínica
- Pós graduação Lato Sensu em Psicologia Hospitalar UNISA.
- Curso de Educação sexual e sexualidade humana.
- Curso de Drogas –COMEJ
- Experiencia no acompanhamento psicológico de dependentes químicos e orientação aos familiares.
A Espiritualidade como fator protetor na família:
Carla Maria Montalto ( terapeuta familiar, especialista em dependência Química)
- Pós-graduação Lato Sensu – Especialização em Dependência Química – UNIFESP/UNIAD
- Pós-graduação Lato Sensu – Especialização em Terapia Familiar Sistêmica Breve – Escola Vínculo Vida
- Formação em Mediação Profissional de Conflitos – Instituto Familiae.
- Aperfeiçoamento em Dependência Química – GREA- USP
- Curso Intensivo de Comunicação Não Violenta – Programa Internacional Método de Marshall Rosenberg
- Diretora Técnica da Conciliare e Mediadora de conflitos da Câmara Nacional de Mediação e Arbitragem
- Presidente do Instituto Alerta
- Coordenadora dos cursos da Pastoral da Sobriedade para o Estado de São Paulo
O Instituto Alerta promove palestras GRATUITAS sobre prevenção em Escolas, Empresas, Clubes, Comunidades e Instituições Religiosas.
Nossas palestras tem cunho científico e os dados estão sempre baseados em informações técnicas atualizadas. Os palestrantes são profissionais da área.
Adequamos a temática e a linguagem, ao público alvo e aos problemas vivenciados pelo grupo em questão.A Palestra é ilustrada com recursos áudio-visuais que facilitam a assimilação do conteúdo.
Propomos sempre a pró-atividade, abrindo a exposição para dúvidas, perguntas e respostas.
Teremos também a presença de profissionais da Guarda Municipal de Jundiaí que trará para as nossas crianças, uma abordagem sobre a cidadania.
Sua presença será muito importante.
Lanche comunitário
Encerramento às 15:00 horas
Juninho da Comunidade Ide no Cerco de Jericó
José Moreira Guedes Filho (Juninho) é Filósofo, Teólogo, Pregador, Escritor, Professor da Pós-Graduação da Universidade de Franca e Fundador da Missão IDE é casado com Cláudia Denise de Deus Guedes tem dois filhos e reside atualmente em São José dos Campos. Participa da Renovação Carismática Católica há vinte anos e neste período Deus tem selado seu ministério de pregação com uma característica marcante: o Avivamento. Seu sonho de avivamento tem se concretizado através do seu ministério, que, hoje, tem alcance internacional. Exerce também o seu chamado através do rádio, da televisão e ainda pela Internet através do site: www.missaoide.com.br. É autor dos livros: Homens e Mulheres de Fogo, O Impacto de Deus, Liberdade Espiritual, A Excelência do Amor, O Bom Pastor, Orando com unção, Fogo do avivamento, Conhecido no inferno, A igreja em chamas, Fazei tudo o que Ele vos disser, O dia em que o palhaço chorou, Ouse sonhar: a vitória é certa, A maravilhosa palavra de Deus. De volta a essência.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Cerco de Jericó 2010
Estamos trabalhando desde agosto de 2009 para proporcionar a todos uma semana intensa da graça de Deus.Hoje tivemos a feliz notícia da confirmação da presença de FREI JOSUÉ nesse evento.Sua participação será nos dias 02 e 03 de Julho de 2010 no pavilhão de Eventos do Parque da Uva.
Peço a oração de todos para o bom êxito desse evento e para que possamos fechar com os demais pregadores que Deus está nos reservando.
Aguardem próximas notícias.
Claudemir Moraes
Coordenador-RCC Jundiaí
Peço a oração de todos para o bom êxito desse evento e para que possamos fechar com os demais pregadores que Deus está nos reservando.
Aguardem próximas notícias.
Claudemir Moraes
Coordenador-RCC Jundiaí
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Carta de Dom Vicente aos paroquianos de Jundiaí
Carta ao Povo de Deus Da Diocese de Jundiaí
Dom Vicente, chamado a continuar a missão apostólica recebida do Cristo Jesus, por vontade de Deus, à Igreja de Deus que está na Diocese de Jundiaí: “aos que foram santificados no Cristo Jesus, chamados a serem santos, junto com todos os que, em qualquer lugar, invocam o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso. Para vós, graça e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo” (1Cor 1,2-3).
É com sincera e imensa alegria que me dirijo pela primeira vez a todos vocês, meus futuros diocesanos, no dia em que está sendo anunciado oficialmente que o Papa Bento XVI me escolheu para ser o novo Bispo Diocesano de Jundiaí.
1. “Aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1Jo 2,17).
Escrevendo-lhes com toda sinceridade, quando recebi a comunicação de que deveria deixar a Diocese de Umuarama − PR para exercer minha missão apostólica na Diocese de Jundiaí, fiquei surpreso e, ao mesmo tempo, perplexo. Nasci na ilha de Malta, Europa, e imbuído pelo sopro renovador e missionário do Concílio Vaticano II, cheguei ao Brasil no início do ano de 1969 para me formar padre. Trabalhei vinte cinco anos como padre na Arquidiocese de Maringá, quando fui eleito Bispo Auxiliar de Londrina. No dia 13 de dezembro de 2002 assumi a missão de ser Bispo de Umuarama. Portanto, nesses quase quarenta e um anos de permanência no Brasil, sempre vivi e trabalhei na Igreja no Norte e Noroeste do Paraná.
Deus me chamou agora, uma vez mais, para uma nova missão: deixar esta terra e ir anunciar o seu Evangelho e ajudar na construção do Reino em lugar, até então, não tão familiar para mim. Porém, como diz a Primeira Leitura da Liturgia da Palavra da celebração eucarística de hoje: “Aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1Jo2,17). Sim, meus queridos irmãos e irmãs, tenho a absoluta convicção de que minha transferência para a Diocese de Jundiaí, à luz da fé e do amor à Igreja, nossa Mãe, se insere no projeto de Deus que dirige nossa história por caminhos, às vezes, imprevisíveis e até então desconhecidos. Inclusive devo confessar-lhes que recebi a notícia desta nova missão bem próximo do tempo do Advento, tempo de conversão, de purificação e de preparação para a vinda do Salvador. Tenham certeza, meus queridos irmãos e irmãs, que, desde aquele dia, coloquei toda a Igreja de Deus que se faz presente em Jundiaí nas minhas orações, preparando-me espiritualmente, no tempo santo do Advento para que esteja à altura da nova missão que me foi confiada.
2. O menino Jesus “crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele” (Lc 2,40).
Queridos irmãos e irmãs, posso imaginar a expectativa de todos vocês para com a chegada do novo Bispo: Qual o seu jeito? Como é o seu modo de pensar e de agir? Da minha parte, prometo-lhes que farei tudo o que estiver dentro das minhas capacidades e possibilidades para corresponder aos seus anseios e expectativas.
Posso bem imaginar o quanto de bom e de salutar foi implantado na Diocese de Jundiaí desde a sua criação em 1966. Prometo-lhes que procurarei valorizar e respeitar a caminhada passada de quarenta e três anos desta Igreja. Reverencio com respeito e gratidão os seus primeiros três Bispos já chamados para participar da glória celeste: Dom Gabriel Paulino Couto, OCarm, Dom Roberto Pinarello Almeida e Dom Amaury Castanho. Agradeço de coração ao meu irmão no episcopado, o quarto Bispo, Dom Gil Antônio Moreira, que dirigiu a Diocese durante cinco anos, hoje Arcebispo de Juiz de Fora − MG. Quero também dar graças a Deus pela atuação do Administrador Diocesano neste tempo de sede vacante, Pe. Joaquim Wladimir Lopes Dias. Por fim, Deus seja louvado por tudo aquilo que já tem sido implantado na Diocese − certamente, com muito esforço e dedicação − pelos queridos padres, diáconos permanentes, seminaristas, consagrados e consagradas, pelos cristãos leigos e leigas nas paróquias, pastorais, movimentos, comunidades, associações, e por tantos outros que, de uma maneira ou de outra, têm contribuído para que a querida e amada Diocese de Jundiaí seja o que ela é na atualidade.
Também a Liturgia da Palavra da celebração eucarística de hoje nos diz que o Menino-Deus crescia em sabedoria e graça diante de Deus e de todos (cf. Lc 2,40). Realmente, o amor que vem e nos leva até Deus não conhece ocaso ou limite. Não tem medida e, por isto, deve sempre crescer ainda mais, como nos diz o Apóstolo Paulo: “Cresceremos sob todos os aspectos em relação a Cristo, que é a cabeça” (Ef 4,15) da Igreja. Repetia muitas vezes o saudoso Papa João Paulo II: “Duc in altum” (“Novo Millennio Ineunte” [NMI], n. 1). Queridos irmãos e irmãs, retomando a passagem evangélica da pesca milagrosa (Lc 5,4-11), conclamo-os: É tempo de crescermos no amor a Deus e à Igreja, de “avançarmos para águas mais fundas” (cf. Lc 5,4), de ir em busca do novo e do ainda não vivido plenamente, confiantes na força renovadora do Espírito Santo que “sopra onde quer” (Jo 3,8). Na exigente e ilimitada tarefa de tornar nossa Igreja Diocesana “a casa e a escola de comunhão” (NMI, n. 43a), sempre há espaço para darmos um passo a mais no caminho do diálogo sereno e adulto, na plena participação eclesial, na vivência da fraternidade e da unidade entre todos e no compromisso sempre renovado da nossa fé cristã.
Nisto conto, em primeiro lugar, com a graça de Deus: “Tudo posso naquele que me dá força” (Fl 4,13). Confio na colaboração amiga e fraterna de todos os Arcebispos e Bispos do Regional Sul I, do seu Presidente, Dom Nelson Westrupp, SCJ, Bispo de Santo André, e particularmente do Metropolita de Sorocoba, Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues, Arcebispo de Sorocaba, e dos outros três Bispos que compõem a Província Eclesiástica de Sorocaba à qual a Diocese de Jundiaí pertence: Dom José Moreira de Melo, Bispo de Itapeva; Dom Gorgônio Alves da Encarnação Neto, CR, Bispo de Itapetininga; e Dom José Luiz Bertanha, SVD, Bispo de Registro. Conto também com a amizade e a fraterna colaboração dos padres da Diocese, diocesanos e religiosos, “minha alegria e minha coroa” (Fl 4,1), chamados a serem “discípulos missionários de Jesus, o Bom Pastor”, ainda mais que estamos vivendo as alegrias deste abençoado Ano Sacerdotal. Para o bom desempenho do meu ministério episcopal, preciso da ajuda dos diáconos permanentes − graças a Deus tão numerosos e atuantes na Diocese de Jundiaí −, chamados a serem discípulos missionários de Jesus Servidor. Confio também na colaboração e no apoio dos queridos seminaristas da Diocese, a quem prometo dedicar um amor privilegiado, a fim de que eles venham a enriquecer a família presbiteral diocesana. A presença dos consagrados e consagradas é um dom peculiar a qualquer Diocese, pois a enriquece em santidade e testemunho radical do Reino. A eles também − tanto de vida ativa como também contemplativa −, chamados a serem discípulos missionários de Jesus, “a Testemunha fiel” (Ap1,5), peço orações, ajuda e colaboração. Conto também com tantos cristãos leigos e leigas, discípulos missionários de Jesus, Luz do Mundo, espalhados nas nove regiões pastorais da Diocese e protagonistas de uma Igreja mais família de Deus e de um mundo mais fraterno, justo e solidário. Penso que na nossa ação evangelizadora algumas frentes, entre outras, merecem uma atenção especial: a família, os adolescentes e os jovens, o Serviço de Animação Vocacional (SAV), a comunicação social, a pastoral urbana e os que sofrem qualquer forma de exclusão e discriminação. Por fim, quero colaborar com todos os de outras Comunidades Cristãs e Confissões Religiosas; com os que procuram a Deus mesmo sem conhecê-lo na sua luta pela verdade, pela promoção e pela defesa da vida; com as autoridades constituídas dos onze municípios que formam a Diocese de Jundiaí e com todos aqueles que são chamados a serem discípulos missionários de Jesus Cristo na vida pública.
3. “Fazei tudo o que ele vos disser” (Jo 2,5).
No decorrer dos meus onze anos de Bispo, a Virgem Maria tem sido sempre presença amiga, consoladora e animadora. O meu lema episcopal é de inspiração mariana: “Fazei tudo o que ele vos disser” (Jo 2,5). A Maria, venerada na Diocese de Jundiaí com o título de Nossa Senhora do Desterro, quero dedicar a minha nova missão como Bispo com vocês e para vocês. Nela coloco, confiante e filialmente, o novo pastoreio que recebi da Providência Divina.
Que Maria, perfeita Discípula Missionária do Pai, nos ensine a fazer tudo o que seu Filho nos disser a fim de que sejamos verdadeiros e autênticos discípulos missionários do Senhor Jesus Cristo na Igreja e no mundo.
Aproveito para desejar a todos um feliz e abençoado Ano Novo, cheio de realizações pelo Reino de Deus.
Aguardando o dia do início da minha missão como Bispo de Jundiaí, peço que rezemos uns pelos outros.
A todos abençoo.
Umuarama − PR, 30 de dezembro de 2009.
Dom Vicente Costa
Bispo eleito da Diocese de Jundiaí
Dom Vicente, chamado a continuar a missão apostólica recebida do Cristo Jesus, por vontade de Deus, à Igreja de Deus que está na Diocese de Jundiaí: “aos que foram santificados no Cristo Jesus, chamados a serem santos, junto com todos os que, em qualquer lugar, invocam o nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso. Para vós, graça e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo” (1Cor 1,2-3).
É com sincera e imensa alegria que me dirijo pela primeira vez a todos vocês, meus futuros diocesanos, no dia em que está sendo anunciado oficialmente que o Papa Bento XVI me escolheu para ser o novo Bispo Diocesano de Jundiaí.
1. “Aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1Jo 2,17).
Escrevendo-lhes com toda sinceridade, quando recebi a comunicação de que deveria deixar a Diocese de Umuarama − PR para exercer minha missão apostólica na Diocese de Jundiaí, fiquei surpreso e, ao mesmo tempo, perplexo. Nasci na ilha de Malta, Europa, e imbuído pelo sopro renovador e missionário do Concílio Vaticano II, cheguei ao Brasil no início do ano de 1969 para me formar padre. Trabalhei vinte cinco anos como padre na Arquidiocese de Maringá, quando fui eleito Bispo Auxiliar de Londrina. No dia 13 de dezembro de 2002 assumi a missão de ser Bispo de Umuarama. Portanto, nesses quase quarenta e um anos de permanência no Brasil, sempre vivi e trabalhei na Igreja no Norte e Noroeste do Paraná.
Deus me chamou agora, uma vez mais, para uma nova missão: deixar esta terra e ir anunciar o seu Evangelho e ajudar na construção do Reino em lugar, até então, não tão familiar para mim. Porém, como diz a Primeira Leitura da Liturgia da Palavra da celebração eucarística de hoje: “Aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1Jo2,17). Sim, meus queridos irmãos e irmãs, tenho a absoluta convicção de que minha transferência para a Diocese de Jundiaí, à luz da fé e do amor à Igreja, nossa Mãe, se insere no projeto de Deus que dirige nossa história por caminhos, às vezes, imprevisíveis e até então desconhecidos. Inclusive devo confessar-lhes que recebi a notícia desta nova missão bem próximo do tempo do Advento, tempo de conversão, de purificação e de preparação para a vinda do Salvador. Tenham certeza, meus queridos irmãos e irmãs, que, desde aquele dia, coloquei toda a Igreja de Deus que se faz presente em Jundiaí nas minhas orações, preparando-me espiritualmente, no tempo santo do Advento para que esteja à altura da nova missão que me foi confiada.
2. O menino Jesus “crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele” (Lc 2,40).
Queridos irmãos e irmãs, posso imaginar a expectativa de todos vocês para com a chegada do novo Bispo: Qual o seu jeito? Como é o seu modo de pensar e de agir? Da minha parte, prometo-lhes que farei tudo o que estiver dentro das minhas capacidades e possibilidades para corresponder aos seus anseios e expectativas.
Posso bem imaginar o quanto de bom e de salutar foi implantado na Diocese de Jundiaí desde a sua criação em 1966. Prometo-lhes que procurarei valorizar e respeitar a caminhada passada de quarenta e três anos desta Igreja. Reverencio com respeito e gratidão os seus primeiros três Bispos já chamados para participar da glória celeste: Dom Gabriel Paulino Couto, OCarm, Dom Roberto Pinarello Almeida e Dom Amaury Castanho. Agradeço de coração ao meu irmão no episcopado, o quarto Bispo, Dom Gil Antônio Moreira, que dirigiu a Diocese durante cinco anos, hoje Arcebispo de Juiz de Fora − MG. Quero também dar graças a Deus pela atuação do Administrador Diocesano neste tempo de sede vacante, Pe. Joaquim Wladimir Lopes Dias. Por fim, Deus seja louvado por tudo aquilo que já tem sido implantado na Diocese − certamente, com muito esforço e dedicação − pelos queridos padres, diáconos permanentes, seminaristas, consagrados e consagradas, pelos cristãos leigos e leigas nas paróquias, pastorais, movimentos, comunidades, associações, e por tantos outros que, de uma maneira ou de outra, têm contribuído para que a querida e amada Diocese de Jundiaí seja o que ela é na atualidade.
Também a Liturgia da Palavra da celebração eucarística de hoje nos diz que o Menino-Deus crescia em sabedoria e graça diante de Deus e de todos (cf. Lc 2,40). Realmente, o amor que vem e nos leva até Deus não conhece ocaso ou limite. Não tem medida e, por isto, deve sempre crescer ainda mais, como nos diz o Apóstolo Paulo: “Cresceremos sob todos os aspectos em relação a Cristo, que é a cabeça” (Ef 4,15) da Igreja. Repetia muitas vezes o saudoso Papa João Paulo II: “Duc in altum” (“Novo Millennio Ineunte” [NMI], n. 1). Queridos irmãos e irmãs, retomando a passagem evangélica da pesca milagrosa (Lc 5,4-11), conclamo-os: É tempo de crescermos no amor a Deus e à Igreja, de “avançarmos para águas mais fundas” (cf. Lc 5,4), de ir em busca do novo e do ainda não vivido plenamente, confiantes na força renovadora do Espírito Santo que “sopra onde quer” (Jo 3,8). Na exigente e ilimitada tarefa de tornar nossa Igreja Diocesana “a casa e a escola de comunhão” (NMI, n. 43a), sempre há espaço para darmos um passo a mais no caminho do diálogo sereno e adulto, na plena participação eclesial, na vivência da fraternidade e da unidade entre todos e no compromisso sempre renovado da nossa fé cristã.
Nisto conto, em primeiro lugar, com a graça de Deus: “Tudo posso naquele que me dá força” (Fl 4,13). Confio na colaboração amiga e fraterna de todos os Arcebispos e Bispos do Regional Sul I, do seu Presidente, Dom Nelson Westrupp, SCJ, Bispo de Santo André, e particularmente do Metropolita de Sorocoba, Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues, Arcebispo de Sorocaba, e dos outros três Bispos que compõem a Província Eclesiástica de Sorocaba à qual a Diocese de Jundiaí pertence: Dom José Moreira de Melo, Bispo de Itapeva; Dom Gorgônio Alves da Encarnação Neto, CR, Bispo de Itapetininga; e Dom José Luiz Bertanha, SVD, Bispo de Registro. Conto também com a amizade e a fraterna colaboração dos padres da Diocese, diocesanos e religiosos, “minha alegria e minha coroa” (Fl 4,1), chamados a serem “discípulos missionários de Jesus, o Bom Pastor”, ainda mais que estamos vivendo as alegrias deste abençoado Ano Sacerdotal. Para o bom desempenho do meu ministério episcopal, preciso da ajuda dos diáconos permanentes − graças a Deus tão numerosos e atuantes na Diocese de Jundiaí −, chamados a serem discípulos missionários de Jesus Servidor. Confio também na colaboração e no apoio dos queridos seminaristas da Diocese, a quem prometo dedicar um amor privilegiado, a fim de que eles venham a enriquecer a família presbiteral diocesana. A presença dos consagrados e consagradas é um dom peculiar a qualquer Diocese, pois a enriquece em santidade e testemunho radical do Reino. A eles também − tanto de vida ativa como também contemplativa −, chamados a serem discípulos missionários de Jesus, “a Testemunha fiel” (Ap1,5), peço orações, ajuda e colaboração. Conto também com tantos cristãos leigos e leigas, discípulos missionários de Jesus, Luz do Mundo, espalhados nas nove regiões pastorais da Diocese e protagonistas de uma Igreja mais família de Deus e de um mundo mais fraterno, justo e solidário. Penso que na nossa ação evangelizadora algumas frentes, entre outras, merecem uma atenção especial: a família, os adolescentes e os jovens, o Serviço de Animação Vocacional (SAV), a comunicação social, a pastoral urbana e os que sofrem qualquer forma de exclusão e discriminação. Por fim, quero colaborar com todos os de outras Comunidades Cristãs e Confissões Religiosas; com os que procuram a Deus mesmo sem conhecê-lo na sua luta pela verdade, pela promoção e pela defesa da vida; com as autoridades constituídas dos onze municípios que formam a Diocese de Jundiaí e com todos aqueles que são chamados a serem discípulos missionários de Jesus Cristo na vida pública.
3. “Fazei tudo o que ele vos disser” (Jo 2,5).
No decorrer dos meus onze anos de Bispo, a Virgem Maria tem sido sempre presença amiga, consoladora e animadora. O meu lema episcopal é de inspiração mariana: “Fazei tudo o que ele vos disser” (Jo 2,5). A Maria, venerada na Diocese de Jundiaí com o título de Nossa Senhora do Desterro, quero dedicar a minha nova missão como Bispo com vocês e para vocês. Nela coloco, confiante e filialmente, o novo pastoreio que recebi da Providência Divina.
Que Maria, perfeita Discípula Missionária do Pai, nos ensine a fazer tudo o que seu Filho nos disser a fim de que sejamos verdadeiros e autênticos discípulos missionários do Senhor Jesus Cristo na Igreja e no mundo.
Aproveito para desejar a todos um feliz e abençoado Ano Novo, cheio de realizações pelo Reino de Deus.
Aguardando o dia do início da minha missão como Bispo de Jundiaí, peço que rezemos uns pelos outros.
A todos abençoo.
Umuarama − PR, 30 de dezembro de 2009.
Dom Vicente Costa
Bispo eleito da Diocese de Jundiaí
Novo bispo de Jundiaí
Dom Vicente Costa
Atual Bispo da Diocese de Umuarama desde: 09 de outubro de 2002.
Ordenação Episcopal: 19 setembro de 1998.
Nomeação: 01 de julho de 1998.
Ordenação Presbiteral: 17 dezembro de 1972.
Nascimento: 01 de janeiro de 1947.
Lema: "Fazei tudo o que Ele vos disser" (Jo 2,5).
Atividades exercidas antes do episcopado:
Vigário Paroquial da Catedral Nossa Senhora da Glória, Maringá, PR (1973);
Pároco em São Jorge do Ivaí (1974-1978); Pároco em Sarandi, PR (1979-1984);
Coordenador Arquidiocesano de Pastoral (1985-1987 e 1991-1994);
Estudo em Roma (1987-1991);
Vigário Paroquial da Catedral, Maringá, PR (1994-1997);
Professor no Instituto Paulo VI, Londrina, PR (1991-1997);
Professor no CINTEC (Centro Interdiocesano de Teologia), em Cascavel, PR (1996-1998).
Estudos realizados
Doutorado
Pontifícia Universidade Gregoriana, Roma.
Teologia
"Studium Theologicum", Curitiba-PR (1969-1971); Instituto Teológico de Curitiba (1971-1972).
Filosofia
Universidade de Malta (1964-1968).
Ensino médio
Seminário Menor, Floriana, Malta (1958-1963).
Ensino fundamental e básico
Escola Governamental, Birkirkara, Malta (1954-1957).
Atual Bispo da Diocese de Umuarama desde: 09 de outubro de 2002.
Ordenação Episcopal: 19 setembro de 1998.
Nomeação: 01 de julho de 1998.
Ordenação Presbiteral: 17 dezembro de 1972.
Nascimento: 01 de janeiro de 1947.
Lema: "Fazei tudo o que Ele vos disser" (Jo 2,5).
Atividades exercidas antes do episcopado:
Vigário Paroquial da Catedral Nossa Senhora da Glória, Maringá, PR (1973);
Pároco em São Jorge do Ivaí (1974-1978); Pároco em Sarandi, PR (1979-1984);
Coordenador Arquidiocesano de Pastoral (1985-1987 e 1991-1994);
Estudo em Roma (1987-1991);
Vigário Paroquial da Catedral, Maringá, PR (1994-1997);
Professor no Instituto Paulo VI, Londrina, PR (1991-1997);
Professor no CINTEC (Centro Interdiocesano de Teologia), em Cascavel, PR (1996-1998).
Estudos realizados
Doutorado
Pontifícia Universidade Gregoriana, Roma.
Teologia
"Studium Theologicum", Curitiba-PR (1969-1971); Instituto Teológico de Curitiba (1971-1972).
Filosofia
Universidade de Malta (1964-1968).
Ensino médio
Seminário Menor, Floriana, Malta (1958-1963).
Ensino fundamental e básico
Escola Governamental, Birkirkara, Malta (1954-1957).
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